terça-feira, 30 de novembro de 2021

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O festival das barganhas
Foto: Mais PB
26.out.2021 às 15h59

Atualizado: 29.out.2021 às 17h23

O festival das barganhas
O festival das barganhas
Foto: Mais PB

O ex-governador Octavio Mangabeira, costumava dizer, “Pense num absurdo que na Bahia tem precedente”. Foi dele também a célebre frase; “A Bahia está tão atrasada, que se o mundo acabar, só vai tomar conhecimento, cinco anos depois”.

Pois é, meus amigos, eu atualizaria estas máximas para o seguinte: Pense num absurdo que Brasília tem precedente e o povo Brasileiro anda tão atrasado com relação às verdadeiras intenções dos nossos políticos, que quando perceberem, a República Federativa do Brasil já se esfacelou cinco anos antes.

Digo isso, pois nunca vi, li ou ouvir tantos absurdos na forma de tratar os assuntos estratégicos, com relação à política econômica, social e de desenvolvimento para um País, na situação delicada, como a que se encontra nosso Brasil. Governo e oposição conseguem chegar ao máximo da ineficiência com um lado tentando acertar e outro ousando atrapalhar, porém ambos com efeitos altamente negativos.

Centrão e Oposição vão barganhando através de recursos não justificáveis, suas cartas de alforrias do passado obscuro, que os colocam como principais protagonistas de todo este descalabro!

E o que se obtém como resultados de tudo isso não são soluções como: O que fazer para reativar os empregos? O que fazer para aumentar o PIB? Como resgatar nossa credibilidade e trazer bons investidores para apostar em nossa retomada de desenvolvimento? O que interessa agora são as eleições de 2022.

Não senhores, passamos bem longe de propostas como estas, pois o que existe na realidade é um festival de barganhas aliado ao velho método do dízimo imperial (O império gasta, os súditos pagam).

A tão prometida austeridade passa a distância da realidade e as barganhas, aportadas no salvem–se quem puder e vou manter minha blindagem até onde os recursos legais e oportunistas me deixarem alcançar é o que estão prevalecendo!

São Francisco de Assis dizia: “Porque aqueles que se unem a Deus obtém três grandes privilégios: onipotência sem poder; embriaguez sem vinho e vida sem morte”.

Infelizmente para os nossos Políticos o que se aplica é:

Porque aqueles que se dizem unir a Deus obtêm três grandes privilégios: onipotência com poder usurpador; embriaguez com dinheiro dos outros e vida impune.

Brasil, o que temer e a quem? A nada e a ninguém

26/10/21

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