Morro de São Paulo não terá mais fios expostos a partir de 2024

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Neoenergia Coelba iniciou a obra da implantação da rede de energia subterrânea  

A Neoenergia Coelba, apresentou nesta terça (7), uma obra que vai implantar uma rede elétrica subterrânea na ilha Morro de São Paulo, que fica em Cairu, no Baixo Sul da Bahia. Será capaz de beneficiar 4,5 mil clientes diretos. A partir de 2024, não será possível ver fios pelas ruas da ilha em um trecho de 1,6 quilômetro, segundo a nota oficial. A intervenção foi dividia em três etapas que levará ao longo de três anos. Ao todo estão sendo investidos cerca de R$ 20 milhões para embutir cabos e equipamentos elétricos, em um duto entre o trecho do Cais ao mirante da primeira praia.

“Temos uma programação que será realizada em três etapas, para que tenhamos o menor impacto possível na rotina dos negócios e empreendimento da Ilha. Sabemos que Morro de São Paulo tem o turismo como uma das principais atividades econômicas, por isso é importante preservar vias e garantir o fluxo de pessoas”, afirma o superintendente região Sul, da Neoenergia Coelba, Jean Viana.

O diretor presidente da empresa, Luiz Antonio Ciarlini explica que a escolha da ilha, é baseada em fatores diversos. “As características de Morro são especiais e muito específicas que demandam uma rede que torne o trecho onde ela é colocada mais confiável. […] É uma rede com dificuldade de acesso para os nossos veículos, edificações muito próximas e uma série de características que direcionam a ilha para este tipo de rede”, explica Ciarlini.

O prefeito de Cairu Hildécio Meireles (DEM), que administra a ilha Morro de São Paulo disse que a prefeitura vai atuar na instalação da iluminação pública que vai se conectar à rede. “Estamos falando de R$ 20 milhões de investimento, o maior feito pela iniciativa privada em Morro de São Paulo. A prefeitura entra com uma parcela menor, atuando no apoio institucional para a Neoenergia Coelba e providenciando o material e a instalação dos equipamentos de iluminação para essa novidade da ilha”, completa o prefeito.

Os três anos de trabalho, que estão divididos em três etapas, serão necessários para atender a dinâmica do local e evitar que em períodos de alta demanda da ilha, haja escavações em vias de grande movimentação de turistas e moradores.   

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