segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

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Hospital da Ufba conduz estudo para testar pílula contra covid
Remédio já teve uso emergencial aprovado em países como Estados Unidos e Israel
7.jan.2022 às 16h37

Atualizado: 7.jan.2022 às 16h37

Hospital da Ufba conduz estudo para testar pílula contra covid
Remédio já teve uso emergencial aprovado em países como Estados Unidos e Israel
Hospital da Ufba conduz estudo para testar pílula contra covid

Vinculado à Rede Ebserh, o Hospital Universitário Professor Edgard Santos (Hupes), da Universidade Federal da Bahia (Ufba), conduz no estado estudos para testar a eficácia da pílula desenvolvida pela Pfizer para tratar a covid-19.   

Chamado de Paxlovid, o remédio já teve seu uso emergencial aprovado em países como Estados Unidos e Israel, além da Europa. Trata-se de um composto feito a partir de um novo medicamento antiviral denominado nirmatrelvir e um mais antigo chamado ritonavir.

O Hupes será o único centro do estudo, realizado em escala mundial, na Bahia. Segundo dados preliminares da Pfizer, a pílula tem eficácia de 89% na prevenção de casos graves para quem foi infectado. 

Gerente de Ensino, Pesquisa e Extensão do Hupes, o infectologista Carlos Brites explica que não há restrições quanto ao número de voluntários. Podem participar pessoas não vacinadas com casos confirmados de covid na família ou próximos em até cinco dias. “Os voluntários tomarão o remédio por dez dias e, assim, esperamos que a pílula impeça o desenvolvimento da infecção”, afirma o médico. 

Se aprovado, o Paxlovid deverá ser usado logo após o aparecimento dos sintomas em pessoas com alto risco de desenvolver a forma grave da doença. 

A Pfizer informou que os estudos ocorrem em 29 centros de pesquisa nos estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo. Além do Brasil, testes ocorrem nos Estados Unidos, Hungria, Japão, Coreia do Sul, Malásia, México, Polônia, Porto Rico, Tailândia e Turquia.

Fonte: A Tarde

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