Operação Em Chamas inclui Valença entre municípios com apreensões de fogos clandestinos na Bahia

Fiscalização da Polícia Civil retirou cerca de 32 mil unidades irregulares de circulação em dois dias de ação no interior baiano.

Valença esteve entre os municípios fiscalizados pela Polícia Civil da Bahia durante a Operação Em Chamas, ação voltada ao combate da comercialização e do armazenamento irregular de fogos de artifício no período que antecede os festejos juninos. Em dois dias de fiscalização no interior do estado, aproximadamente 32 mil unidades de fogos clandestinos foram apreendidas.

A operação é conduzida pela Coordenação de Fiscalização de Produtos Controlados (CFPC), com apoio do Departamento de Polícia do Interior (Depin), por meio das 26 Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior (Coorpins). O objetivo é reforçar a segurança da população durante o São João, período em que aumenta a circulação desse tipo de material.

Na terça-feira (09), cerca de 7 mil unidades foram retiradas de circulação em fiscalizações realizadas em Luís Eduardo Magalhães, Serrinha, Valença, Barreiras e Itabuna. Durante as ações, as equipes identificaram irregularidades na venda e no armazenamento dos produtos, além de orientar comerciantes sobre as normas de transporte, comercialização e estocagem.

Já nesta quarta-feira (10), aproximadamente 25 mil unidades de fogos de artifício foram apreendidas. Valença voltou a aparecer entre os municípios com registro de apreensões, ao lado de Barreiras, Itabuna, Luís Eduardo Magalhães, Serrinha, Ouriçangas e Piatã. Com isso, o total de materiais retirados de circulação chegou a 32 mil unidades nos dois dias de operação.

A Operação Em Chamas segue em andamento em todo o território baiano, de forma padronizada e descentralizada, com apoio de órgãos parceiros como Procon, Ibametro, Corpo de Bombeiros Militar da Bahia, Exército Brasileiro, Conselho Regional de Química, Departamento de Polícia Técnica e Delegacia de Defesa do Consumidor.

Além da repressão ao comércio irregular, a ação também tem caráter educativo, alertando comerciantes e a população sobre os riscos da venda e do uso de produtos sem certificação, medida considerada essencial para prevenir acidentes durante os festejos juninos.

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