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Ciclista: Dia Nacional alerta sobre desafios para trânsito mais seguro

Ciclismo é visto como um dos melhores modais de transporte

Dados da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) apontam que, somente na última década, mais de 8,5 mil ciclistas morreram em acidentes de trânsito no Brasil. Todos os esforços de conscientização para um trânsito seguro culminaram na criação do Dia Nacional do Ciclista, celebrado nesta quinta-feira, 19 de agosto. A data não só chama atenção para as atitudes tomadas no trânsito, como também traz a reflexão sobre a necessidade de proteção ao ciclista.

Foto: Arquivo pessoal – Alexandre Borges.

Para um dos integrantes do grupo Valença Bike, Alexandre Borges, ciclista há mais de 40 anos e morador do município de Valença, no Baixo Sul da Bahia, além da necessidade de melhorar o trânsito do município, os motoristas precisam respeitar o Código Brasileiro de Trânsito (CBT). Como diz as regras, os condutores de veículos de maior porte precisam respeitar os menores.

“Pedal é sempre uma coisa bem agradável, reconstitui as energias e deixa as pessoas de bem com a vida, mas apesar de tudo existem dificuldades para o ciclista. Esbarramos aí num trânsito caótico, a cidade de Valença, por mais que a gestão pública destinada a organizar o nosso trânsito, a gente sabe que passa por dificuldades… Acho que falta um pouco de educação do motorista, do condutor veiculado, carro em si, com relação ao respeito ao ciclista”, disse Borges.

Foto: Arquivo pessoal – Alexandre Borges.

Uma das atitudes no trânsito que pode ser decisiva para salvar vidas de ciclistas é a direção defensiva para motoristas. Ela consiste em métodos para todos que estão no trânsito possam agir de maneira responsável na condução de um veículo, seja carro, moto, bicicleta etc.

Apesar das dificuldades no ciclismo, Borges relatou à reportagem que todos os momentos de pedal são especiais, principalmente quando se trata da boa relação entre os grupos de ciclistas do município de Valença. “Cada trilha, cada passeio que a gente faz tem um momento especial que faz com que a gente goste cada vez mais do ciclismo, até porque há uma confraternização, há uma interação muito grande entre todos que estão participando”, contou.

Além disso, Borges destacou também a importância de pedalar em grupos por causa da parceria e empatia caso alguém precise de ajuda. “As vezes quebra de bicicleta, e o companheiro está lá pronto para lhe oferecer uma peça de reposição, uma câmara de ar, um kit reparo”, disse.

Foto: Arquivo pessoal – Alexandre Borges.

Raylane Santos

Raylane Santos é jornalista de Livre Notícias e Analista de Figuras Públicas.

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