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A luta contínua: Vereadoras trans enfrentam rotina de preconceito, ameaças e violência

Fonte: Reprodução

Nas últimas eleições, em 2020, o Brasil elegeu 28 vereadoras trans, todas relatam ter sofrido violência e intolerância durante o exercício do mandato, são mulheres que tiveram votações expressivas nas urnas, mas que enfrentam uma rotina de preconceito. Devido aos intensos ataques, uma delas precisou deixar o país, uma mulher trans que consegue entrar numa universidade, atuar na política e se eleger, já passou por muito. Mas até para quem foi rejeitada pela família, hostilizada na escola e jogada na prostituição, é pesado viver a violência virtual e as ameaças reais.

O Instituto Marielle Franco fez uma pesquisa sobre violência sofrida por mulheres trans eleitas no Brasil, são 28 em todo o país a maioria de partidos de esquerda, todas relatam ter sofrido algum tipo de violência durante o exercício do mandato, (22,8%) disseram ter sofrido ameaças pelo, o fato de serem trans, e quase metade dessas ameaças partiram de indivíduos ou grupos não identificados.

“Uma delas (das ameaças), que é muito chocante, que marca muito, é um e-mail assinado dizendo que ele ia comprar uma arma 9 mm com o endereço da minha residência, alguns dados pessoais, e iria até a minha casa me matar se eu não renunciasse o mandato no qual fui eleita a mulher mais votada na cidade”, contou a vereadora de Niterói Benny Briolly (PSOL).

Fonte: G1

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