Pimenta com veneno

Rafael Magalhães aprendeu a “capoeira” e deu a rasteira em Ricardo Moura

Nos últimos dias, a apreensão no núcleo emedebista de Valença, no Baixo Sul da Bahia, ficou por conta da possível retomada do comando da sigla pelo ex-prefeito Ricardo Moura (PSD), que esteve em reunião com a deputada estadual Kátia Oliveira, ao que parece, em uma negociação pelo partido na cidade.

O delegado Rafael Magalhães, presidente do conglomerado, não ‘comeu reggae’ e foi nas barbas do presidente estadual Alexsandro Freitas, questionar o que estava acontecendo, e de pronto – soube por cá – que somente ouviu de Alex, que tudo seguiria “como dantes”. A presidência estadual não sofre influência da deputada Kátia, que foi eleita por quociente eleitoral, um acidente de percurso, e, ao que parece, é considerada membra do baixo clero do coletivo.

O delegado Rafael Magalhães.
Foto: Redes Sociais

De certo, em contato comigo por telefone, ano passado, o ex-deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB), deixou claro que “para Ricardo Moura nem apoio”, isso por uma mágoa do irmão de Geddel com Ricardo, que não o apoiou nas eleições para deputado.

A Rafael, restou chegar em Valença e bebemorar com seu grupo, que nas últimas eleições fizeram falta para Ricardo após a debandada para a campanha do bancário Jairo Bapstista (PP). Soube até que o delegado já disse que vai acampar forte em combate aos deputados de Ricardo em razão da atuação, tida como rasteira por parte de Moura.

De político e louco todos temos um pouco, mas parece que estamos em épocas de estratégias ‘capoerísticas’ bem lançadas e preparadas. É rasteira sobre rasteira e sobreviva neste safari quem puder!

Wellingthon Anunpciação

Jornalista Especialista em Comunicação Política

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