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“Não é garantia de que não virá”, alerta secretário de Saúde da Bahia sobre cepa indiana

A variante indiana que possui três versões, com pequenas diferenças (B.1.617.1, B.1.617.2 e B.1.617.3), descobertas entre outubro e dezembro do ano passado não foi detectada até o momento na Bahia. Contudo, o estado está em alerta sobre essa nova mutação do vírus que provoca a Covid-19. Nesta quarta-feira (26), a Cepa indiana chegou ao estado de São Paulo e já preocupa todo o país.

Em comunicado à imprensa nesta quinta-feira (27), o secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, sinalizou que a propagação da cepa continua crescente. “Não temos ainda a nidificação, até o presente momento, mas não é garantia de que não virá. Já há relatos de prováveis entradas em outros estados, que tão sendo investigadas”, disse.

Segundo ele, apesar de ser difícil evitar a entrada da cepa indiana na Bahia, é possível traçar estratégias para retardar o contágio. “Infelizmente, o planeta hoje é global, não tem como fechar. Ainda mais em um país como o Brasil, com múltiplas entradas e fronteiras não monitoradas. O que a gente deveria fazer é tentar conter o vírus nos locais onde forem evidenciadas suas aparições, com isso a gente retarda a transmissão deles”, disse Fábio.

Segundo informações da OMS (Organização Mundial de Saúde), a variante indiana provoca maior transmissibilidade e características que podem reduzir o efeito das vacinas produzidas contra a Covid-19. Com informações do bahia.ba.

Raylane Santos

Raylane Santos é jornalista de Livre Notícias e Analista de Figuras Públicas.

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