Opinando

O Samanguaiá faz muita falta!

A pandemia quando chegou causou tristeza no “cuore” de muita gente que curtia as baladas dos fins de semana de uma das casas mais badaladas de Valença, no Baixo Sul da Bahia, o Samanguaiá.

Com um estilo intimista pra quem gostava do privado, e badalado pra turma sem classificação de idade que curtia o ambiente, o espaço tornou-se uma referência de combate à deprê de um ser que ficara só aos finais de semana.

Interior do espaço, uma mistura de cores e peças agradabilíssima.
Foto: Redes Sociais

Mesmo com a brecha por parte de alguns decretos, para funcionamento de restaurantes – com limitação exigida – senti estranho a turma não ter “samanguaiado”, pois a casa se manteve fechada, ainda que para jantares intimistas e com seu belo serviço de bar.

Se tenho mágoas da pandemia, além da fixa – que é o luto pelas vidas ceifadas, uma delas é o fechamento de espaços de agregação da turma que gostava de dançar e se entregava a alegria.

Senti falta de Rodrigo Mário me ligando para perguntar quantas cadeiras queria comprar, para o famoso Troféu Imprensa, realizado no local.
Foto: Redes Sociais

Daí, na tarde desta segunda (24), passei pela lateral do espaço, na Rua Marquês do Herval, me recordei dos eventos já realizados, lembrei da alegria de tantos aniversariantes, expositores e colaboradores de espaços que ali uniam-se para brindar as conquistas, e resolvi, aqui, nesta publicação da minha coluna de Livre, questionar aos donos se podemos, baseados na legislação, com distanciamento, adequação proporcional, voltar a “samanguaiar”?

A vacina nos traz tantas indagações, mas esperança é um passo de conforto, aliás o melhor! Prefiro ainda em meu oásis ter espaço para sonhar novamente, revejam uma forma legal e de nos dar o Samanguaiá.

Wellingthon Anunpciação

Jornalista Especialista em Comunicação Política

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