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Mulher é flagrada tentando vender cédulas de dinheiro falsas na internet na Bahia

Falsificação é crime e a pena prevista é de 3 a 12 anos de prisão, mas isso não tem inibido a ação de criminosos, já que as notas falsas de dinheiro estão sendo vendidas pela internet.

Uma mulher, que se dizia integrante da empresa Alerkina Fake, foi flagrada tentando vender cédulas falsas, ao ser procurada pela produção da TV Bahia. [Veja no vídeo acima]

A empresa Alerkina Fake oferta serviços de falsificação de cédulas e cartões de crédito na internet, sem nenhum disfarce.

Através do aplicativo de mensagens, a mulher, que não se identificou, explicou detalhadamente como funciona o serviço, e quais os valores dos pacotes de notas falsas. Foram oferecidos R$ 3.500 em dinheiro falso que custava R$ 350 e R$ 5 mil em cédulas falsificadas por R$ 500.

Nas informações gerais disponibilizadas pela empresa, a mensagem garante que a cédula falsa é acompanhada de todos os dispositivos de segurança, com iluminação correta para passar no teste da caneta, em papel moeda idêntico. Eles também garantem que as cédulas falsas passam perfeitamente em qualquer comércio ou empresa.

Na conversa, a pessoa afirma que mora em Salvador e que a entrega das notas falsificadas acontece no mesmo dia do pagamento, e é feita por um motoboy.

A produção da TV Bahia pediu um vídeo das notas, ela mostrou as notas frente e verso e também mandou prints de outros clientes para assegurar que o serviço não se trata de um golpe. Por fim, ainda passou as orientações de como usar as cédulas falsas para realizar depósitos em lotéricas.

Mais de três mil cédulas de dinheiro falsas foram apreendidas na Bahia em 2020, segundo informações da Polícia Federal. A falsificação é crime e a pena prevista é de 3 a 12 anos de prisão, mas isso não tem inibido a ação de criminosos, já que as notas falsas de dinheiro estão sendo vendidas pela internet.

Segundo a Polícia Federal, se as cédulas fossem verdadeiras, corresponderiam a quase R$ 215 mil. Na Bahia, o crime de falsificação se desenrola facilmente através de grupos em aplicativos de mensagens e redes sociais.

Fonte: G1

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