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“A Maricultura realiza alguns trabalhos manuais, mas isso não significa que promova trabalho escravo”, esclarece Reginaldo Araújo

O vereador Reginaldo Araújo (PL), do município de Valença, no Baixo Sul, foi questionado acerca de diversos problemas existentes na cidade e, tornou-se alvo de julgamentos negativos por conta de um entendimento equivocado em relação aos seus posicionamentos durante uma entrevista.

Em uma das afirmações, Reginaldo falou que os problemas do município seriam solucionados a partir do momento em que a gestão pública buscasse meios para a geração de emprego e renda juntamente com a instalação de novas empresas no município, além de um sistema de saúde, educação e segurança pública de qualidade.

Questionado também se Valença possui empresas de grande porte, sendo esse o motivo do desentendimento, o vereador afirmou que uma das geradoras de renda do município promove trabalho de risco a saúde dos colaboradores: “A Maricultura possui grande quantidade de funcionários e que executam atividades insalubres”, disse Araújo.

Entretanto, no contexto da sua fala o legislador esclarece por meio de uma gravação que é responsabilidade da gestão pública promover boas condições, principalmente de educação e saúde pública para que os funcionários sejam assistidos em saúde pública e educação.

“Na condição de cidadão e vereador, reconheço que, principalmente a empresa Maricultura necessita do apoio da gestão pública nas áreas de saúde pública e educação a fim de que os funcionários da Maricultura sejam assistidos nestas áreas, evitando que sejam vítimas da escravidão estrutural que existe em grande parte dos municípios brasileiros”, esclareceu Reginaldo.

A Maricultura é uma das empresas mais importantes para o município, porém ainda não dispõe de tecnologias que substituam a mão de obra humana em determinados serviços. Nesse viés, Reginaldo Araújo justificou também a utilização do termo ‘trabalho escravo’: “Que fique claro que a expressão “trabalho escravo” foi direcionada a outra empresa e não a Maricultura… E esta expressão possui uma série de entendimentos diversos e deve ser entendida no contexto do discurso”, concluiu.

Raylane Santos

Raylane Santos é jornalista de Livre Notícias e Analista de Figuras Públicas.

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