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Baixo Sul: A representatividade feminina na política

No Brasil, as eleições municipais 2020 tiveram recorde do número de mulheres candidatas aos demais cargos políticos. Porém, a representatividade feminina diante da apuração das urnas ainda é inferior quando relacionadas à masculina, especialmente no Baixo Sul da Bahia, ou seja, existe uma resistência à presença da mulher na política.

Diante das regras eleitorais vigentes no país, nenhum dos sexos pode dispor de mais de 70% das candidaturas partidárias. No entanto, efetivamente teria que haver no mínimo 30% das vagas ocupadas por mulheres, mas não é bem assim que acontece.

Apesar de este ano parte das mulheres terem a coragem de se dispor a candidatura, não conseguem ultrapassar barreiras visando atingir um cargo público por falta de apoio da população no exercício da cidadania, e em especial financeiro dos partidos. Portanto, continuarão avançando sozinhas em um processo demorado.

Em entrevista ao Livre Notícias, na última fase do pleito de 2020 antes da posse: a diplomação dos candidatos eleitos, Cintia Rosemberg agradeceu e externou a responsabilidade aos seus eleitores. “Eu estou aqui para agradecer mais uma vez a vocês o voto de confiança. Hoje eu fui diplomada, a primeira mulher vice-prefeita do nosso município, a única mulher aqui nesse recinto entre as comunidades de Valença e Cairu”.

No Baixo Sul, algumas das candidatas eleitas que ocuparão seus respectivos cargos políticos e municípios no dia 1 de janeiro são: Kitty Guimarães (PP), prefeita de Taperoá; Cíntia Rosemberg, vice-prefeita de Cairu; Jacqueline de Oliveira (DEM), prefeita de Nilo Peçanha; Rosa (PP), prefeita de Teolândia e Professora Jussiária (PT), vice prefeita de Camamu.

Raylane Santos

Raylane Santos é jornalista de Livre Notícias e Analista de Figuras Públicas.

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