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Estados Unidos compram lote inteiro de vacina ainda em desenvolvimento

Segundo a Pfizer e a Biontech, US$ 1,95 bilhão serão pagos pelas 100 milhões de doses previstas para este ano

Os Estados Unidos pretendem pagar US$ 1,95 bilhão para garantir 100 milhões de doses de uma potencial vacina contra o coronavírus que está sendo desenvolvida pelo laboratório americano Pfizer e pela alemã BioNTech. O anúncio foi feito pelas empresas. O número engloba todo o potencial de fabricação das empresas em 2020.

“O governo americano fez um pedido inicial de 100 milhões de doses por US$ 1,95 bilhão e pode comprar até 500 milhões de doses adicionais”, disseram as duas empresas, que devem iniciar os testes clínicos da vacina em breve. Caso os testes deem resultados satisfatórios, os laboratórios pretendem produzir 1,3 bilhão de doses no próximo ano.

A vacina da empresa alemã de biotecnologia BioNTech e a farmacêutica norte-americana Pfizer se mostrou promissora em sua fase inicial. Um artigo publicado na segunda-feira (20) como prévia (pré-print), apontou que a substância é segura e capaz de induzir resposta imunológica. Os resultados ainda têm que ser validados por outros pesquisadores (peer-review).

Os Estados Unidos pretendem pagar US$ 1,95 bilhão para garantir 100 milhões de doses de uma potencial vacina contra o coronavírus que está sendo desenvolvida pelo laboratório americano Pfizer e pela alemã BioNTech. O anúncio foi feito pelas empresas. O número engloba todo o potencial de fabricação das empresas em 2020.

“O governo americano fez um pedido inicial de 100 milhões de doses por US$ 1,95 bilhão e pode comprar até 500 milhões de doses adicionais”, disseram as duas empresas, que devem iniciar os testes clínicos da vacina em breve. Caso os testes deem resultados satisfatórios, os laboratórios pretendem produzir 1,3 bilhão de doses no próximo ano.

A vacina da empresa alemã de biotecnologia BioNTech e a farmacêutica norte-americana Pfizer se mostrou promissora em sua fase inicial. Um artigo publicado na segunda-feira (20) como prévia (pré-print), apontou que a substância é segura e capaz de induzir resposta imunológica. Os resultados ainda têm que ser validados por outros pesquisadores (peer-review).

Via Bahia.BA

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