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Servidores de distribuidoras de gás podem ser “veículos” do vírus em potencial

Apenas usando luvas com material não indicado para esta pandemia os entregadores presta serviços.

Livre recebeu diversas queixas acerca da logística para entrega de gás de cozinha nos municípios do Baixo Sul da Bahia. Segundo leitores dos 15 munícipios do território os entregadores não usam equipamentos individual de proteção para adentrar residências durante todo um dia, tocarem cartões magnéticos e manusearem dinheiro e máquinas de transferência de valores, além dos calçados que certamente não passam por processo de higienização.

O jornalista Wellingthon Anunpciação, pessoalmente testou o serviço com um cliente e recebeu na residência do solicitante o entregador sem nenhum EPI. Questionado aonde estavam os equipamentos, foi respondido que “os patrões não providenciaram”, indagado sobre o perigo para eles e o risco de estar realizando contaminação o profissional disse que era preciso ter fé.

As prefeituras do Baixo Sul, desde que emitiram decreto descrevendo o que seria serviço essencial, mantiveram o serviço de entrega de gás liquefeito de petróleo ativa, porém não inseriram forte fiscalização nas distribuidoras que mantiveram centenas de funcionários adentrando e saindo de residências sem ofertar e receber proteção.

Wellingthon Anunpciação

Jornalista Especialista em Comunicação Política

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