Em Valença centenas caminharam pedindo atividades de combate ao abuso sexual infanto-juvenil

Neste sábado (15), centenas de valencianos e convidados de outros municípios lotaram as ruas de Valença para alertar a sociedade sobre atividades de abuso sexual que tem acontecido no município.

Manifestantes também passaram pelo histórico bairro da Vila Operária.

Com dois momentos lotados de emoção os manifestantes travaram por minutos a Ponte Inocêncio Galvão de Queiroz, para realizar uma oração universal pedindo paz e justiça para com os acontecimentos de exploração em todo o país, e em seguida na Rua Barão do Jequiriçá, na entrada do Pronto Socorro Dr. Heitor Guedes de Mello, os participantes fizeram um novo bloqueio e fizeram um minuto de silencio em consideração as vítimas que buscam apoio dos profissionais de saúde, nos casos  de invasão corporal que existe ferimentos ou outras situações fisiológicas.

O deputado federal Raimundo Costa enviou representantes e sua esposa, a vereadora Vane Costa. 

Seguindo as principais ruas, os vereadores Agostinho Silva, Ivanilda Malta – Vane Costa e Adailton Francisco uniram-se ao bloco e disseram estarem presentes na causa por entender a necessidade de uma sociedade mais correta e organização de legislação que puna firmemente os abusadores. Assistente social e ex-prefeita do município, Jucélia Nascimento caminhou e disse estar ali por seus filhos Pedro e Gustavo que indefesos precisam de uma sociedade mais justa e tranquila para tornarem-se bons homens do meio.

O pedagogo e policial Helton Brandão, a assistente social Jucélia Nascimento e a biomédica, Raquel Mata, participaram do evento.

A OAB – Valença foi representada nas pessoas de Antônio Carlos Magalhães e o casal Eduardo Monteiro e Manuela Farias que levaram toda a família ao evento, e a Maçonaria de Valença nas pessoas do casal Helton Brandão e Raquel Mata e outros membros.

Grupos de Motociclistas e Ciclistas também abraçaram a causa e foram colaborando com a proteção dos componentes da caminhada.

Sociedade valenciana lotou as ruas pedindo mais proteção para as vítimas e encorajando a comunidade para denunciar.

A Polícia Militar, Guarda Civil Municipal e Departamento Municipal de Trânsito foram instituições organizadoras do trânsito para a passagem da passeata.

Membro da comissão organizadora do evento, Taciano Queiroz, falou que é preciso pensar que situações de abuso não acontecem com pessoas selecionadas. “Pode acontecer com qualquer um, nós enquanto sociedade queremos dizer ao poder público que se não fizerem, nós sociedade organizada faremos. Nós estaremos sendo guardiãs dos nossos ‘pequenos’”, declarou.

 

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