Valença: Falta de planejamento da presidência deixa a Câmara sem sessão ordinária há mais de 1 mês; afirmam vereadores


O presidente se recusou a realizar sessões itinerantes ou alugar espaços para acontecimento da sessão

Luiz se recusou a realizar sessões itinerantes e alugar espaço para a sessão semanal. Foto: Wellingthon Anunpciação

Há mais de mês após a interdição indicada pelo Ministério Público da Bahia, e realizada pela secretaria de Infraestrutura e Urbanismo da Prefeitura de Valença, o funcionamento da Câmara de Vereadores parou e tem causado diversas interrogações para a comunidade.
Vereadores de oposição e situação não tem atendido a comunidade na reivindicação de ações devido a falta de espaço para atendimento. Um mês após a parada o presidente Luiz Muniz Andrade – o Luiz do Boi (PR), alugou um imóvel pelo valor de R$10mil para funcionamento da casa legislativa, situado na Rua Vereador Antônio Sousa, bairro do Tamarineiro, e há mais de 15 dias após alugado as sessões não retornaram. “Segundo o presidente Luiz do Boi, foi reforma, depois por falta de inserção de internet, seguido de outro motivo e isso foi se alastrando até a atual situação”, disse o vereador Adailton Francisco (PT), que sugeriu ao presidente o aluguel do espaço da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), para realização das sessões, mas teve sua ideia recusada  pelo chefe do legislativo.
A vereadora Lorena Mercês (PRB), disse que faltou planejamento da presidência, uma vez que era sabida a informação de que em breve tempo o espaço seria desativado, a vereadora também demonstrou insatisfação com as negativas do presidente. “Sugerimos sessões itinerantes, houve sessão de espaço de forma gratuita, inclusive ele optou em alugar um imóvel mais caro, mesmo tendo outra oferta de local – que não necessitaria de reforma – e seria mais barato”, confessou a edil. Lorena ainda revelou ao jornalista Wellingthon Anunpciação que com a estrutura que se encontrava até o momento não seria possível a realização de sessão na próxima semana.

Sem dinheiro?
O presidente realizou um aditivo em um contrato com uma empresa contratada pela Câmara, através de Carta Convite para prestação de serviços de manutenção preventiva em computadores e outros eletrônicos, anteriormente firmado no valor global de mais de R$19 mil, agora com o aditivo de mais de mais R$3 mil, mais de R$22 mil é o contrato.
O questionamento feito, inclusive, por alguns vereadores é acerca da alegação de falta de verba para gerência e funcionamento da Câmara.

O que diz o presidente
Em contato com o jornalista Wellingthon Anunpciação o presidente Luiz Muniz, disse que ainda não tem data para retorno da realização das sessões, e informou que o aditivo do contrato era para instalação de internet na nova sede da Câmara de Vereadores.

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