Discussão Livre


O que é Violência?

Quando ouvimos falar, ou pensamos na palavra “VIOLÊNCIA”, de imediato vem a definição e ligação ao significado relacionado à agressão, e violência física, contudo, a violência vai muito além da agressão física, podendo inclusive, deixar marcas irreversíveis na “alma” das pessoas.
Dentre as muitas definições que temos, nos mais variados dicionários e sites de pesquisas, a definição encontrada no site Significados, me chamou atenção e me trouxe a essa reflexão, fazendo compreender que violência significa usar, de maneira intencional, a agressividade humana, de maneira excessiva, com o intuito de para ameaçar ou cometer algum ato que resulte em acidente, morte ou trauma psicológico.
Contudo, é do conhecimento de todos nós, que a violência se manifesta de diversas maneiras, em guerras, torturas, conflitos étnico-religiosos, preconceitos, assassinatos, fome, em casa, no trabalho, na escola, na rua, na relação a dois, e de muitas outras maneiras. Podendo ainda ser definida como violência contra a mulher, a criança e o idoso, violência sexual, violência urbana, violência financeira, violência psicológica, violência física, além também da violência verbal, que causa danos morais, os quais na maioria das vezes, deixa sequelas que são muito “doloridas” e mais difíceis de esquecer do que os danos causados pela violência física.
E eu, como pai, mãe, filho, marido, mulher, profissional das mais variadas áreas, enfim, como cidadão, o que devo e posso fazer? Bem, o que não é admissível é que continuemos, em pequenos gestos e ações, (às vezes achando que não é nada demais), cultivando e cultuando a “cultura da violência” (quando meu filho, xinga ou desobedece a mim ou a pessoas mais velhas, e eu acho engraçado; quando meu filho bate em alguém, ou faz alguma mal criação e eu acho normal; quando eu deixo de devolver na padaria, mercadinho ou qualquer outro local, o troco que me foi dado a mais, e acho que estou levando vantagem; enfim são em pequenos gestos que começamos a contribuir para modificar o mundo, ou melhor, modificar nós mesmos.
Que possamos lembrar da estória do beija-flor, e com muito orgulho no peito, ter a convicção que “estamos fazendo a nossa parte.”

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