Aloma Araújo poderá ser a Rainha do Carnaval 2018


Alloma Araújo, dançarina brasileira no auge dos seus 34 anos traz consigo uma rica bagagem das suas experiências artísticas ao longo dos seus 8 anos de carreira.
Em sua essência vibra a ancestralidade da mulher negra, de gestos marcantes e presença forte, essa baiana mostra com segurança a combinação para manter a alma flutuando estando com os pés firmes ao chão numa perfeita sintonia.
Clique aqui para votar na bailarina para Rainha do Carnaval 2018. É muito simples.
Na foto de Aloma Araújo clique no ícone de votação.

Trajetória
Alloma, iniciou suas atividades em dança com aulas de dança moderna com o professor Elisio Pitta e Denys Silva, ingressou nos cursos livre da Escola de Dança FUNCEB nas aulas de dança afro do Quintace, tendo como professores, Dora Lopes e Lino. Em maio de 2009 viaja para Turquia com o grupo Guetos do Brasil Samba Show, onde realizou um trabalho com shows latinos durante 8 meses retornando ao Brasil em Janeiro de 2010. Volta aos estudos em dança como aluna do Curso de formação em bailarino e coreografo da FUNCEB. Participa do segundo elenco do Balé Folclórico da Bahia, tendo a oportunidade de desenvolver o seu trabalho como bailarina em diversos grupos de forró e axé, atuando também como performance em festas eletrônicas. No mesmo ano, ingressa como bailarina do primeiro elenco do Balé Folclórico da Bahia.
Em 2013 Alloma faz sua primeira turnê internacional com o Balé Folclórico da Bahia pelos Estados Unidos com duração de 45 dias passando por diversas cidades americanas nesse período.
Em 2015 volta aos Estados Unidos para participar do Festival de Dança africana no BAM com direção de Chuck Davis, onde participou dentre outras atividades  de aulas ministradas pelo próprio Chuck Davis juntamente com o Balé Folclórico da Bahia. No mesmo ano viaja a Togo na África para participar do Festival das Divindades Negras em Lomé. No Brasil, permanece atuante no Balé Folclórico da Bahia onde participa de turnês nacionais e internacionais e do espetáculo residente da companhia no Teatro Miguel Santana. Convidada por Adamastor, juntamente com Estevan Costa inicia o projeto Ginga arte como coreógrafa e instrutora da modalidade; ainda participa de atividades paralelas como bailarina e coreógrafa de bandas, atuando como performer em festas eletrônicas dentre outras.
Em 2017 tem uma nova oportunidade de voltar aos Estados Unidos em sua turnê com duração de 75 dias com a Cia Balé Folclórico da Bahia, onde ao fim da turnê resolve aproveitar para fazer intercâmbio cultural, onde permaneceu durante 6 meses retornando ao Brasil e retomando as suas atividades na sua cidade de origem.

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