Valença: Ex-prefeita Jucélia tem contas aprovadas


Vereador José Borges, Reca (PMDB), votou em favor das contas na frente do presidente do partido em Valença

Platéia lotada de simpatizantes da oposição e situação.

Um fervor tomou conta da Câmara de Vereadores de Valença nos últimos dias, isso por causa das contas referente ao exercício de 2015, de responsabilidade da ex-prefeita Jucélia Nascimento (Podemos) que foram colocadas em votação nesta terça (24).
Vereadores manifestaram através de discurso os seus votos, o vereador Jurandir Almeida (PDT), disse em microfone que analisou o prefeito Ricardo Moura (PMDB) e constatou ética e respeito no alcaide que não manifestou interesse em reprovação das contas de Nascimento.
O vereador Romildo dos Santos, Pó da Pesca (PPS), entendeu que as contas deveriam ser reprovadas, como foram as do ex-prefeito Ramiro Campelo, e foi rebatido pelo vereador Adailton Francisco (PT), que disse que a causa da reprovação das contas do ex-alcaide foi falta de alcance de índices e outras ações estranhas comprovadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A votação foi finalizadas com 10 votos em favor da aprovação, 4 votos de reprovação e um voto não computado por ausência da vereadora Lorena Mercês (PRB), falta comentada no plenário por oposição e situação. A equipe de Livre tentou contato com a edil e seu esposo, mas não obteve êxito.

Vice reage
Do lado de fora do plenário foi possível ouvir a resposta do vice-prefeito Humberto Malheiros, quando questionado por um dos presentes sobre o resultado da votação (PEN), o auxiliar de comando do município respondeu em alto tom que “ficou bonito para a ‘cara’ de Ricardo”. A resposta não foi compreendida por alguns.

Ex-prefeita comemora
A ex-prefeita Jucélia, por telefone, comemorou a vitória na primeira votação das contas de sua responsabilidade. “Estou feliz, ajudei o povo de Valença, andei na linha e não me arrependo. Obrigado a toda equipe que trabalhou conosco”, declarou. O ex primeiro-cavalheiro do município, Hilarino Barreto, explanou que venceu Deus e a verdade, referindo-se as articulações de bastidores que ocorreram com o intuito de reprovação das contas.

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